Resumo dos autores: O trabalho apresenta o clima de ondas da região ao largo da costa brasileira com base em uma série temporal de onze anos (Jan/1997-Dez/2007) obtida através de dados de re-análise do modelo operacional NWW3. Informações sobre o regime de ondas no Brasil são escassas e baseadas em observações ocasionais de curto período, sendo a análise inédita na escala espaço-temporal apresentada. Para a definição do clima de ondas foram definidos e analisados seis setores ao longo da quebra da plataforma continental brasileira: Sul (W1), Sudeste (W2), Central (W3), Leste (W4), Nordeste (W5) e Norte (W6). W1, W2 e W3 possuem os regimes de ondas controlados pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e pela passagem de frentes frias sinóticas; W4, W5 e W6 são controlados pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e sua oscilação meridional. As ondas mais energéticas são de S, geradas por ventos intensos associados à passagem de frentes frias, afetando principalmente a região sul e sudeste do país. A energia das ondas apresenta um decréscimo de sul para norte, com a sua variação anual mostrando que o período de inverno as ondas são mais energéticas nos setores W1 a W4, enquanto que nos setores W5 e W6 as condições mais energéticas ocorrem nos meses de verão do hemisfério sul. As informações apresentadas fornecem condições de contorno para diferentes estudos relacionados a processos costeiros, fundamentais para a melhor compreensão da zona costeira do Brasil. Acesso ao texto completo em: PIANCA, Cássia; MAZZINI, Piero Luigi F.; SIEGLE, Eduardo.Brazilian offshore wave climate based on NWW3 reanalysis. Braz. Journal Oceanogr. São Paulo, v.58 n.1 jan./mar. 2010. doi: 10.1590/S1679-87592010000100006
Blog destinado a graduandos, mestrandos,doutorandos e demais envolvidos com a produção científica e técnica
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mata Atlântica Pede Socorro
Dados parciais do projeto Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, referentes ao período 2008-2010, revelam que a Mata Atlântica perdeu 20.857 hectares de sua cobertura vegetal, o que equivale à metade da área do município de Curitiba (PR).
O número é parcial porque o Inpe analisou imagens feitas por satélites de 72% da Mata Atlântica, com a atualização dos mapas de nove entre os 17 Estados nos quais o bioma está presente: Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Minas Gerais foi o Estado que mais perdeu cobertura nativa e, ao lado do Paraná e de Santa Catarina, está entre as unidades da Federação que mais desmataram esse bioma. Cabe ressaltar que Minas Gerais teve 80% de sua área analisada, e o Paraná, 90%, o que significa que o desmatamento pode ter sido maior.
O “Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica” é fruto de um convênio pioneiro - originalmente estabelecido para a elaboração do mapeamento do bioma firmado em 1989 entre a Fundação SOS Mata Atlântica, uma organização não-governamental, e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), um órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia. Desde então, as duas organizações trabalham juntas com o objetivo de determinar a distribuição espacial dos remanescentes florestais e ecossistemas associados da Mata Atlântica, monitorar as alterações da cobertura vegetal e produzir informações permanentemente aprimoradas e atualizadas do bioma. Os avanços tecnológicos na área da informação, sensoriamento remoto, processamento de imagens de satélites e geoinformação vêm contribuindo favoravelmente para a realização deste Atlas, especialmente para torná-lo mais preciso e detalhado e mais acessível às pessoas, de forma a possibilitar a criação de um cenário em que cada cidadão pode ao toque das mãos, conhecerem a Mata Atlântica de sua cidade, de sua região, de seu Estado e agir em favor da conservação e restauração florestal do bioma, meta atingida pelas organizações promotoras, graças à internet, ao criar o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica em 2004.
As demais informações, tais como os mapas, imagens, fotos de campo, arquivos em formato vetorial e dados dos remanescentes florestais, por Município, Estado, Unidade de Conservação, Bacia Hidrográfica, Corredor de Biodiversidade e Área prioritária para conservação da biodiversidade estão acessíveis nos portais http://www.sosma.org.br/ e http://www.inpe.br/ ou diretamente no servidor de mapas http://mapas.sosma.org.br/.
Fonte: Fapesp, Sos Mata Atlântica e Inpe
terça-feira, 25 de maio de 2010
Pesquisa sobre crescimento de crianças e adolescentes Brasileiros
Pesquisadores do Programa de Pós Graduação em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina e da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul compararam o padrão de crescimento de crianças e adolescentes brasileiros com curvas internacionais de referência para crescimento físico.
A avaliação realizada nos 41.654 escolares revelou que a estatura difere entre o sexo masculino e feminino a partir dos 10 anos de idade e que até os 12 anos as meninas são mais pesadas que os meninos. Ao comparar os valores de estatura e peso corporal de ambos os sexos com os valores de referência da Organização Mundial de Saúde e dos padrões Norte Americano foi identificado que os jovens brasileiros atingiram e ultrapassaram os pontos de referência. Esses dados sugerem que a magnitude do crescimento em peso corporal e estatura de crianças e adolescentes da zona urbana do Brasil estão cada vez mais semelhantes à reportada em países desenvolvidos, o que não era verificado duas ou três décadas atrás.
Os autores destacam que o estudo adiciona informações importantes e atualizadas sobre a comparação de crianças e adolescentes brasileiros com curvas de crescimento físico empregadas internacionalmente, podendo servir como parâmetro comparativo para investigações nas diferentes regiões brasileiras.
O estudo faz parte do Projeto Esporte Brasil (PROESP-BR), um observatório permanente dos indicadores de crescimento, desenvolvimento e estado nutricional de crianças e adolescentes brasileiros de 7 a 17 anos, cujo objetivo é delinear o perfil somatomotor, hábitos de vida e fatores de aptidão motora em crianças e adolescentes, tendo em vista agregar indicadores para subsidiar políticas de Educação Física e Esportes para escolares brasileiros. A coleta de dados referente a esse artigo publicado no Jornal de Pediatria ocorreu no ano de 2004 e 2005 em 23 estados da federação mais o Distrito Federal. Este projeto parte de um conjunto de projetos realizados pela rede dos Centros de Excelência Esportiva (CENESP), ligada ao Departamento de Excelência Esportiva e Promoção de Eventos da Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte do Brasil.
Fonte: Scielo
terça-feira, 27 de abril de 2010
Transferência de renda e acesso à educação são pilares da queda da desnutrição infantil no Nordeste
A desnutrição infantil no Nordeste pode desaparecer do mapa das mazelas brasileiras em menos de 10 anos caso o problema continue a diminuir com a velocidade observada nos últimos 10 anos. A conclusão é de um trabalho coordenado por Carlos Augusto Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, e Ana Lucia Lovadino de Lima, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP e bolsista de pós-doutorado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). O estudo, que deve ser publicado na Revista de Saúde Púlica (vol. 44-1), mostra que a prevalência da desnutrição foi reduzida em um terço entre 1986 e 1996, caindo de 33,9% para 22,2% das crianças nordestinas, e em quase três quartos de 1996 a 2006, despencando para 5,9%. "Essa velocidade é inédita. Nenhum outro estudo no mundo revelou uma queda da desnutrição tão grande nesse espaço de tempo", diz Carlos Augusto Monteiro. [...]
Acesso ao artigo completo em: Causas do declínio acelerado da desnutrição infantil no Nordeste do Brasil (1986-1996-2006)
Ana Lucia Lovadino de Lima; Ana Carolina Feldenheimer da Silva; Silvia Cristina Konno; Wolney Lisboa Conde; Maria Helena D'Aquino Benicio; Carlos Augusto Monteiro.Rev. Saúde Pública vol.44 no.1 São Paulo Feb. 2010 doi: 10.1590/S0034-89102010000100002 Fonte: Scielo e Fapesp
Acesso ao artigo completo em: Causas do declínio acelerado da desnutrição infantil no Nordeste do Brasil (1986-1996-2006)
Ana Lucia Lovadino de Lima; Ana Carolina Feldenheimer da Silva; Silvia Cristina Konno; Wolney Lisboa Conde; Maria Helena D'Aquino Benicio; Carlos Augusto Monteiro.Rev. Saúde Pública vol.44 no.1 São Paulo Feb. 2010 doi: 10.1590/S0034-89102010000100002 Fonte: Scielo e Fapesp
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Estudo procura investigar a relação entre a terapia de reposição hormonal e o desempenho cognitivo
A expectativa de vida da população mundial vem aumentando significativamente nos últimos anos. O envelhecimento populacional é um fenômeno global, assim como o fato de as mulheres viverem mais que os homens. É sabido que o envelhecimento acarreta um declínio normal na cognição. Durante a meia-idade, a mulher passa por um processo longo e gradual de declínio na produção dos hormônios conhecido como climatério, sendo que a menopausa (última menstruação) é apenas um dos fatores que ocorrem dentro deste período. O climatério tem consequências sobre a saúde e a cognição que se tornaram mais evidentes com o aumento da expectativa de vida. Os sintomas mais relatados são ondas de calor, ressecamento urogenital, irritabilidade, nervosismo e perda da agilidade mental.
Atualmente, muitas mulheres fazem uso da terapia de reposição hormonal para alívio dos sintomas típicos desta fase de suas vidas. O uso desta medicação costuma aliviar as queixas relatadas, mesmo as cognitivas.
Diante de tais informações, pesquisadoras da Universidade Federal de Minas Gerais, procuraram investigar efeitos da terapia de reposição hormonal sobre o desempenho cognitivo. Desde que a terapia de reposição hormonal se popularizou na década de 50 vêm sendo realizadas pesquisas para investigar seus efeitos adicionais. Os resultados encontrados sinalizam melhoras significativas na memória, na atenção e no raciocínio e fluência verbal. Existem, também, evidências de que a terapia de reposição hormonal exerça influência positiva sobre o humor e que pode retardar o desenvolvimento da Doença de Alzheimer. Por outro lado, há outros estudos que não confirmam tais achados. Apesar de sua eficácia, a terapia de reposição hormonal ainda não dispõe de consenso entre os especialistas em relação aos seus efeitos sobre a saúde física, quando se trata dos seus benefícios sobre o sistema nervoso central não é diferente. Além do mais, a dificuldade de consenso na área deve-se às inúmeras variáveis relacionadas ao tema. O tipo de medicação usada, bem como a dosagem, a via de administração e a duração do tratamento são variáveis relevantes. É importante destacar, também, que não há unanimidade sobre quais das habilidades cognitivas são positivamente influenciadas pela medicação.
Portanto, são necessárias mais pesquisas com o intuito de elucidar os benefícios desta terapia e a influência dos hormônios sobre a cognição. Internacionalmente, há um grande interesse atual pelo tema. No Brasil, não foram encontradas pesquisas sobre o assunto. Assim, o desenvolvimento de novas investigações poderá contribuir para a melhoria da qualidade de vida das mulheres, particularmente na terceira idade.

Atualmente, muitas mulheres fazem uso da terapia de reposição hormonal para alívio dos sintomas típicos desta fase de suas vidas. O uso desta medicação costuma aliviar as queixas relatadas, mesmo as cognitivas.
Diante de tais informações, pesquisadoras da Universidade Federal de Minas Gerais, procuraram investigar efeitos da terapia de reposição hormonal sobre o desempenho cognitivo. Desde que a terapia de reposição hormonal se popularizou na década de 50 vêm sendo realizadas pesquisas para investigar seus efeitos adicionais. Os resultados encontrados sinalizam melhoras significativas na memória, na atenção e no raciocínio e fluência verbal. Existem, também, evidências de que a terapia de reposição hormonal exerça influência positiva sobre o humor e que pode retardar o desenvolvimento da Doença de Alzheimer. Por outro lado, há outros estudos que não confirmam tais achados. Apesar de sua eficácia, a terapia de reposição hormonal ainda não dispõe de consenso entre os especialistas em relação aos seus efeitos sobre a saúde física, quando se trata dos seus benefícios sobre o sistema nervoso central não é diferente. Além do mais, a dificuldade de consenso na área deve-se às inúmeras variáveis relacionadas ao tema. O tipo de medicação usada, bem como a dosagem, a via de administração e a duração do tratamento são variáveis relevantes. É importante destacar, também, que não há unanimidade sobre quais das habilidades cognitivas são positivamente influenciadas pela medicação.
Portanto, são necessárias mais pesquisas com o intuito de elucidar os benefícios desta terapia e a influência dos hormônios sobre a cognição. Internacionalmente, há um grande interesse atual pelo tema. No Brasil, não foram encontradas pesquisas sobre o assunto. Assim, o desenvolvimento de novas investigações poderá contribuir para a melhoria da qualidade de vida das mulheres, particularmente na terceira idade.

Contato:
Ana Letícia Camargos
Elizabeth do Nascimento
Universidade Federal de Minas Gerais
e-mail: bethdonascimento@gmail.com
Fonte: Release Scielo
e-mail: analeticiacamargos@yahoo.com.br
Elizabeth do Nascimento
Universidade Federal de Minas Gerais
e-mail: bethdonascimento@gmail.com
Fonte: Release Scielo
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Homo Sapiens, Novas Descobertas
Quando Lee Berger olhou para a pedra que seu filho de 9 anos de idade Matthew estava segurando e percebeu o osso saindo dela, provavelmente era a de um antílope, um achado comum nas antigas rochas Sul Africanas, mas quando Berger, um paleontólogo da Universidade de Witwatersrand, Joanesburgo, tomou um olhar mais atento, ele reconheceu-a como algo muito mais importante: a clavícula de um hominídeo antigo. Então ele virou o bloco ao redor e viu uma mandíbula saliente, "Eu não podia acreditar", disse ele.
Berger e seus colegas afirmam que esses espécimes, juntamente com inúmeros outros fósseis encontrados na caverna desde 2008 em Malapa, norte de Joanesburgo e datado, de 2 milhões de anos atrás, são os de uma nova espécie, apelidada Australopithecus sediba. Sediba significa "fonte" no idioma soto, e a equipe de Berger afirma que os fósseis têm uma mistura de características primitivas típicas de australopitecos e mais avançadas típicas dos seres humanos. Assim, a equipe diz, a nova espécie pode ser o melhor candidato ao ancestral comum imediato do nosso gênero, Homo. Australopithecus sediba: A New Species of Homo-Like Australopith from South rica Lee R. Berger, Darryl J. de Ruiter, Steven E. Churchill, Peter Schmid, Kristian J. Carlson, Paul H. G. M. Dirks, and Job M. Kibii (9 April 2010)Science 328 (5975), 195. [DOI: 10.1126/science.1184944]
Geological Setting and Age of Australopithecus sediba from Southern Africa Paul H. G. M. Dirks, Job M. Kibii, Brian F. Kuhn, Christine Steininger, Steven E. Churchill, Jan D. Kramers, Robyn Pickering, Daniel L. Farber, Anne-Sophie Mériaux, Andy I. R. Herries, Geoffrey C. P. King, and Lee R. Berger (9 April 2010) Science 328 (5975), 205. [DOI: 10.1126/science.1184950]
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Caminhar é Preciso
As mulheres que caminham de duas ou mais horas por semana ou que geralmente andam em um ritmo acelerado (5 km por hora ou mais) tiveram um risco significativamente menor de derrame do que as mulheres que não andam, de acordo com um grande estudo de longo prazo (doze anos) e ainda não finalizado pela Associação Americana do Coração.
As mulheres que geralmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 37 por cento mais baixos de qualquer tipo de curso e aqueles que andam duas ou mais horas por semana tinham um risco 30 por cento mais baixos de qualquer tipo de acidente vascular cerebral.
As mulheres que normalmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 68 por cento menores de acidente vascular cerebral hemorrágico e aqueles que andam duas ou mais horas por semana tiveram um risco 57 por cento menores de acidente vascular cerebral hemorrágico.
As mulheres que geralmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 25 por cento menores de AVC isquêmico e aqueles que normalmente caminham mais de duas horas por semana tinham um risco 21 por cento menores de AVC isquêmico, segundo os pesquisadores.
“A atividade física, incluindo a marcha regular, é um comportamento importante para a prevenção do AVC", disse Jacob R. Sattelmair, M.Sc., autor e doutorando em epidemiologia na Harvard School of Public Health, em Boston, Massachusetts "A atividade física é essencial para a promoção da saúde cardiovascular e redução do risco de doença cardiovascular, e andar a pé é uma forma de alcançar a atividade física".
Acesso ao realease completo em Walking associated with lower stroke risk in women http://americanheart.mediaroom.com/index.php?s=43&item=1004
As mulheres que geralmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 37 por cento mais baixos de qualquer tipo de curso e aqueles que andam duas ou mais horas por semana tinham um risco 30 por cento mais baixos de qualquer tipo de acidente vascular cerebral.
As mulheres que normalmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 68 por cento menores de acidente vascular cerebral hemorrágico e aqueles que andam duas ou mais horas por semana tiveram um risco 57 por cento menores de acidente vascular cerebral hemorrágico.
As mulheres que geralmente andam em um ritmo acelerado tiveram um risco 25 por cento menores de AVC isquêmico e aqueles que normalmente caminham mais de duas horas por semana tinham um risco 21 por cento menores de AVC isquêmico, segundo os pesquisadores.
“A atividade física, incluindo a marcha regular, é um comportamento importante para a prevenção do AVC", disse Jacob R. Sattelmair, M.Sc., autor e doutorando em epidemiologia na Harvard School of Public Health, em Boston, Massachusetts "A atividade física é essencial para a promoção da saúde cardiovascular e redução do risco de doença cardiovascular, e andar a pé é uma forma de alcançar a atividade física".
Acesso ao realease completo em Walking associated with lower stroke risk in women http://americanheart.mediaroom.com/index.php?s=43&item=1004
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